Oração pelos que perseguem a Igreja
Senhor, mandaste rezar por eles e não puseste nenhuma condição, então aqui estão eles. Os que assinaram a ordem. Os que vieram de noite. Os que puseram fogo e os que assistiram e não disseram nada. Os que tomaram a igreja, os que tiraram o pai de dentro de casa, e o rapaz parado de lado, guardando os casacos. Não te peço que finjas que nada aconteceu. Peço-te a única coisa que desfaria isso: que eles te encontrem na estrada por onde já estão indo, e sejam derrubados pelo amor e não pelo juízo, e se levantem incapazes de continuar o que estavam fazendo. Guarda os que eles estão caçando. Esconde-os bem. Tira a amargura das viúvas e das crianças. Dá aos que estão presos alguma coisa para dizer às três da manhã. E se um dos meus inimigos vier a ser meu irmão, deixa-me pronto para abraçá-lo e não para lhe cobrar os anos. Tu perdoaste da cruz antes que alguém tivesse pedido desculpa. Amém.
Passe adiante
Quando se reza esta oração
Onde a Igreja está sob pressão — e para a maior parte dos cristãos vivos hoje ela está. O rapaz que ficou guardando os casacos enquanto Estêvão era apedrejado até a morte chamava-se Saulo; três capítulos adiante ele é Paulo, e metade do Novo Testamento é dele. Isto não é sentimentalismo com inimigos. É o registro histórico do que rezar por um deles fez.